Sobre isso, recentemente o Superior Tribunal de Justiça – STJ, no REsp 1.454.643-RJ, destacou que  o interesse de formar uma família é característica imprescindível à configuração da união estável.

Ainda de acordo com a professora Suzana, é possível que muitos relacionamentos sejam classificados como união estável sem que as pessoas envolvidas sequer tenham conhecimento. “Nesse mundo moderno, em que muitas relações amorosas não são formalizadas, destaca-se a necessidade de entender a diferença entre o chamado namoro qualificado e a união estável, em razão dos diferentes efeitos jurídicos”. Sobre esse tema, sugerimos o seguinte vídeo:

Já que agora você sabe o que é a união estável, veja como a mesma pode ser desfeita, ou seja, dissolvida. Isto é, quando as pessoas não possuem mais interesse em manter o relacionamento.

Segunda a professora Suzana, existem duas formas de dissolução de união estável: extrajudicial ou judicial. “A primeira é mais rápida e é realizada no cartório de notas, desde que os envolvidos atendam aos requisitos legais. A segunda, por sua vez, é realizada através do ajuizamento de uma ação judicial. Nos dois casos, é necessário que as partes estejam acompanhadas por um advogado ou por um defensor público”.

A convite do site Tribuna do Recôncavo, dra. Suzana Andrade, que é advogada, professora de direito e procuradora jurídica do município de Amargosa, esclarece os ponto mais importantes sobre a dissolução da união estável. O vídeo está muito interessante, confira:

A dra. Suzana Andrade tem um canal no youtube que trata sobre assuntos jurídicos de interesse geral e de forma simplificada. Os vídeos são disponibilizados semanalmente. Conheça o canal e faça a sua inscrição, segue o link: https://www.youtube.com/channel/UCel1bMmrPu3kVGncELMGZMQ/videos