Idiomas, trajes e estilos mostram diversidade cultural na Rio+20
Ternos, trajes indígenas, indianos, africanos e burcas misturam-se nos corredores e salas do Riocentro, espaço que sedia a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), na Barra da Tijuca, na zona oeste da cidade. Em meio à diversidade cultural, uniformes padronizados identificam as pessoas credenciadas pela organização do evento para auxiliarem os participantes da conferência.
Na entrada do pavilhão principal mais de cinco funcionários, que falam vários idiomas, se alternam para dar informações aos que chegam à Rio+20. O estudante africano Daniel Mabundu Kibwila é o responsável pelo atendimento em francês.
“São pessoas de todos os países e de todos os tipos. Há grupos de organizações não governamentais muito interessados em saber sobre tudo. Mas tem gente que chega aqui estressada, querendo informações rápidas sobre o local de salas onde estão acontecendo alguns debates”, disse Kibwila.
Depois de quatro anos no Brasil, Kibwila, que nasceu na República Democrática do Congo, contou que entre as cobranças mais recebidas estão os pedidos para obtenção de informações por escrito. “Muitas pessoas cobram programas e documentos em papel. Não podemos distribuir papel. Mas [infelizmente] algumas pessoas não compreendem”, disse ele.




